Uma Continuação do texto " Aos Fatos... em nome do Maumau".
A PARTE II
No texto "Aos Fatos... Em nome do Maumau!" dou um soco na redoma. De forma profunda e visceral. Com toda força que a verdade estimulou aos meus músculos reagirem.
Se resta alguém no engano depois de tal estardalhaço é por ser conivente. Por comportamentos semelhantes aos meus abusadores ou vislumbrando alguma recompensa em valores financeiros para manter a aparência dos criminosos mesmo diante do exposto.
Nao creio mais que haja gente na ignorância dos fatos. Creio, agora, na cumplicidade.
E quem pensa que eu estou falando, escrevendo todas essas situações nesse momento por raiva, destempero momentâneo devido aos dias de dor pela passagem do meu Maumau, engana-se mais uma vez. Ou, novamente, faz de conta que nunca percebeu as minhas frases, as minhas reflexões... os meus versos mais doloridos.
E o silêncio desses que se dizem meus parentes, mesmo sem na verdade ser, diante do meu luto, da minha dor... nenhuma palavra . Palavras recebo de pessoas que nos conheciam realmente como casal. E viam o entrelaçamento das nossas existências.
Esses que se silenciam preferem ouvir as mentiras e manipulações da verdade ditadas por quem durante quinze anos nos torturou por meios psicológicos. Utilizando, muitas vezes, meios abstratos como feitiço, gambiarra da verdade através de metades dessa que pudessem dar coro aos seus nada nobres intentos. No que podem ser classificadas como narrativas pusilâmines.
Continua...
